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Ministro anuncia corte de gastos para cobrir rombo

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, detalhou na noite desta quarta-feira as medidas do governo federal para cobrir o rombo no orçamento de 2017, estimado em R$ 58,2 bilhões. Desse valor, R$ 42,1 bilhões serão poupados com o corte de gastos da União.

Além do corte de gastos, o governo prevê outras medidas para ampliar a receita. Uma delas é a devolução da concessão de usinas hidrelétricas à União, o que impactaria em R$ 10,1 bilhões nos cofres públicos.

Meirelles também declarou o fim da desoneração da folha de pagamento para empresas da maioria dos setores, excluindo apenas as áreas de transporte coletivo de passageiros, transportes metroviário e ferroviário de passageiros, construção civil e obras de infraestrutura e da comunicação — que segundo o ministro da Fazenda, são grandes geradores de emprego. O impacto da medida será o aumento de R$ 4,8 bilhões na arrecadação federal, conforme explicou Meirelles.

A desoneração retirava a obrigação do empregador pagar impostos sobre a folha de pagamento em troca de descontos menores sobre o faturamento da instituição. Com o fim do benefício, as empresas dos setores atingidos voltam a pagar tributos mais elevados sobre a folha.

Para fechar a conta dos R$ 58,2 bilhões, o ministro prevê a entrada de R$ 1,2 bilhão por meio do fim de isenção de IOF sobre cooperativas de crédito.

— Estamos eliminando uma distorção no mercado de crédito na medida em que um dos agentes concedentes de crédito, que são as cooperativas, não têm incidência de IOF. Agora, há isonomia — disse Meirelles


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